quarta-feira, 9 de junho de 2010

. Ouro de Tolo .

É a tua voz
teu tom dúbio
fraco e arrogante
É ela quem mascara

É a tua pose
tua estirpe moldada
atraente e oca
É ela quem ludibria

É o teu rosto
teu cenho fechado
magoado e bestial
é quem te entrega

É a tua mão
ora amiga, sempre armada
É quem me marca
e o mata em mim

5 comentários:

Batata disse...

eh otimo surpreender-se com alguem q nao vemos a muito tempo

gostei dos escritos

Sandra Regina de Souza disse...

Volto ao teu reduto
reluto com teus versos:
bom refúgio!
Contundente como sempre

beijos

Cléo Dais disse...

descobriu-se e ninguém mais o segurou... voce meu amigo.
cléo

paredro disse...

Bom, me lembrou Violins.

Lady Salieri disse...

Seu poema devia chamar "oração" XD, serio XD. Mto boooom =)