terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

. Votos .

Meu orgulho é tudo que tenho, é bem verdade, não é muito, mas ainda é meu.
É algo que nada nem ninguém pode sujar. Nem teu olhar em desdém que é tua marca e tua arte, ou tuas palavras, armas.
A melodia caia naturalmente dos teus lábios, menos uma nota, que pende e se prende, se nega, se cala e amarga pela tua soberba rídicula, esta sim, orgulho puro, de magnitude relevante e que julga, condena: piegas, raso e barato apenas o que eu mais tenho apreço.
"Eu juro a mim mesmo que esta será minha última decepção".
Repito "minha última decepção", insito "eu juro" e as degluto, as tomo como verdade absoluta, faço deste placebo o meu dogma e alimento do meu brio, frágil e transparente.
Já não penso em amor, nem poderia, não se ouve o tom negligenciado.
É só por necessidade.
Não é por me sentir só, eu sei...só preciso de você.

8 comentários:

Rodrigo disse...

Oi?

Sandra Regina de Souza disse...

Mais que por necessidade... brigamos pelo brio por sobrevivência... ainda que seja sempre decepcionante... bjos

Cristiano Contreiras disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cristiano Contreiras disse...

sempre intenso você!

J. disse...

gostei. intenso mesmo.

João Campos Nunes disse...

O perigoso é perder o senso, esquecê-lo dentro do futuro que se vive no passado.

Mas se ao menos, este, lhe inspirar como agora, não será - como nunca é - vão.

Parabéns amigo.

Mary disse...

e as juras depois se desmancham com a necessidade de seguir...

belo aqui.

:*

T. Salieri disse...

Meu idolo *__*